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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O Lobo e a Cegonha - Esopo


Um lobo devorou sua caça tão depessa, com tanto apetite, que acabou ficando com um osso entalado na garganta.
Cheio de dor, o lobo começou a correr de um lado para o outro soltando uivos, e ofereceu uma bela recompensa para quem tirasse o osso de sua garganta.
Com pena do lobo e com vontade de ganhar o dinheiro, uma cegonha resolveu enfrentar o perigo.
Depois de tirar o osso da garganta do lobo, quis saber onde estava a recompensa que o lobo tinha prometido.
- Recompensa? - berrou o lobo. - Mas que cegonha pedinchona! Que recompensa que nada! Você enfiou a cabeça na minha boca e em vez de arrancar sua cabeça com uma dentada deixei que você a tirasse lá de dentro sem um arranhãozinho.
Você não acha que tem muita sorte?bicho insolente!
De o fora e se cuide para nunca mais chegar perto de minhas garras!!!

Não podemos muitas vezes esperar gratidão, principalmente de um inimigo!!!!!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Chapeuzinho Vermelho





Chapeuzinho Vermelho  ou Capuchinho Vermelho é um conto de fadas clássico, de origem europeia do século 14. O nome do conto vem da protagonista, uma menina que usa um capuz vermelho. O conto sofreu inúmeras adaptações, mudanças e releituras modernas, tornando-se parte da cultura popular mundial, e uma das fábulas mais conhecidas de todos os tempos.[1]
A versão moderna mais conhecida
Uma menina conhecida como Chapeuzinho Vermelho, atravessa a floresta para entregar uma cesta de pães de mel para sua "Vovó" doente, mas a estrada se bifurca entre um caminho longo e seguro e um caminho mais curto e perigoso. A menina toma o caminho curto, aonde é vista por um lobo, geralmente chamado de Lobo Mau. Ele sugere que a menina volte e tome o caminho longo, por segurança. Chapeuzinho segue o conselho do lobo e volta atrás. Mas enquanto ela toma o caminho longo, o Lobo Mau segue pelo caminho curto, chega à casa da Vovó, e a devora completamente. Então, se veste com suas roupas e aguarda Chapeuzinho na cama da Vovó. Quando a menina chega, nota a aparência estranha de sua avó, e tem o famoso diálogo com o lobo:
—Porque esses olhos tão grandes?
 Então ela é respondida:
Ó minha querida, são para te enxergar melhor
Porque essas orelhas tão grandes?
São para te ouvir melhor.
E porque essa boca tão grande?
É para te comer!!!
Nesse momento, a "avó" (que era o lobo disfarçado), revela-se e devora Chapeuzinho, que grita assustada. Então, um caçador que passava por ali, ouve os gritos, e encontra o lobo dormindo na cama. O caçador então abre a barriga do lobo donde saem chapeuzinho e sua avó, ilesas.
A História do Conto

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Charles Perrault, o primeiro a registrar uma versão impressa de Chapeuzinho Vermelho
As origens de Chapeuzinho Vermelho podem ser rastreadas até por de vários países europeus e mais do que provavelmente anteriores ao século 17, quando o conto adquiro a forma conhecida atualmente, com a versão dos irmãos Grimm de inspiração. Chapeuzinho Vermelho era contada por camponeses na França, Itália e Alemanha, sempre com um caráter muito popular.
Charles Perrault
A versão impressa mais antiga é de Charles Perrault, Le Petit Chaperon Rouge, retirada do folclore francês foi inserida no livro Contos da Mamãe Gansa. A historia de Perrault retrata uma "moça jovem, atraente e bem educada", que ao sair de sua aldeia é engana pelo lobo, que como e velha e arma uma armadilha para a a menina que termina sendo devorada, sem final feliz. Essa versão foi escrita para a corte do rei Louis XIV,no final do século 17, destinada a um público, que o rei entretinha com festas extravagantes e prostitutas, que pretendia levar uma moral as mulheres para perceberem os avanços de maus pretendentes e sedutores. Um coloquialismo comum da época era dizer que uma menina que perdeu a virgindade tinha "visto o lobo". O autor explica a moral da historia ao fim d conto nos seguintes termos:
A partir desta história se aprende que as crianças, especialmente moças jovens, bonitas, corteses e bem-educadas, não se enganem em ouvir estranhos, E não é uma coisa inédita se o Lobo, desta forma,(arranjar) o seu jantar. Eu chamo Lobo, para todos os lobos que não são do mesmo tipo (do lobo da história), há um tipo com uma disposição receptiva - sem rosnado, sem ódio, sem raiva, mas dócil, prestativo e gentil, seguindo as empregadas jovens nas ruas, até mesmo em suas casas. Ai de quem não sabe que esses lobos gentis são de todas as criaturas como as mais perigosas!

Os Irmãos Grimm

No século 19 duas versões da história foram contadas a Jacob Grimm e seu irmão Wilhelm Grimm, a primeira por Jeanette Hassenpflug (1791-1860) e a segunda por Marie Hassenpflug (1788-1856). Os irmãos registram a primeira versão para o corpo principal da história e a segunda em uma sequência do mesmo. A história com o título de Rotkäppchen foi incluído na primeira edição de sua coleção Kinder-und Hausmärchen (contos infantis domésticos (1812)). Perrault é quase certamente a fonte do primeiro conto. No entanto, eles modificaram o final, introduzindo o caçador que abre a barriga do lobo e tira a menina e sua avó; esse final é idêntico ao que no conto O lobo e os sete cabritinhos, que parece ser a fonte. A segunda parte contou com a menina e sua avó prendem e matando um outro lobo, desta vez antecipando seus movimentos baseados em sua experiência anterior. A menina não deixou o caminho quando o lobo falou com ela, sua avó trancou a porta para mantê-lo fora, e quando o lobo se escondia, a avó manda Chapeuzinho colocar no fogo uma panela com água que salsichas tinha sido cozido. O cheiro que sai da chaminé atrai o lobo para baixo, e ele se afogou. Os irmãos mais revisaram novamente a história em edições posteriores até alcançar a versão final, acima mencionada, e publica-la na Edição de 1857 de seu trabalho.

*****há contos antigos em que a menina come a carne da avó e bebe o seu sangue, dados pelo lobo!!!!!!

domingo, 10 de junho de 2012

As Três Casinhas! (Ítalo Calvino)




Ao morrer, uma pobre mulher chamou suas três filhas, e disse:- minhas filhas dentro de pouco tempo estarei morta e vocês vão ficar sozinhas no mundo.Quando eu não estiver mais aqui , façam assim: procurem seus tios e peçam que construam uma casa para cada uma. Queiram-se bem.
As três moças saíram chorando.Puseram-se a caminho e encontraram um tio, fabricante de esteiras. Catarina , a mais velha , disse:
- Tio, nossa mãe morreu; o senhor que é tão bom, faça uma casa de esteiras para mim.
E o tio, fabricante de esteiras, fez a casinha de esteiras para ela.
As outras duas irmãs seguiram em frente e encontraram um tio , marceneiro. Disse Júlia , a do meio: - Tio nossa mãe morreu; o senhor , que é tão bom , faça uma casa de madeira para mim.
E o tio, marceneiro , fez a casinha de madeira para ela.
Restou só a Marieta, a caçula, e seguindo o seu caminho encontrou um tio, ferreiro.
- Tio – disse-lhe- mamãe morreu; o senhor, que é tão bom, faça uma casinha de ferro para mim.
E o tio, fereiro, fez a casinha de ferro para ela.
À noite, apareceu o lobo. Foi à casinha de Catarina e bateu à porta. Catarina perguntou:
- Quem é?
- Sou um pobre pintinho, todo molhado; abra para mim por caridade.
- Vá embora;você é o lobo e quer me devorar.
O lobo deu um empurrão nas esteiras, entrou e devorou Catarina de uma só vez.
No dia seguinte, as duas irmãs foram visitar Catarina. Encontraram as esteiras arrancadas e a casinha vazia.
- Oh, coitadas de nós! – disseram. Certamente o lobo engoliu nossa irmã mais velha.
Ao anoitecer, reapareceu o lobo e foi à casa de Júlia. Bateu, e ela:
-Quem é?
- Sou um pintinho desgarrado, dê-me abrigo por piedade.
- Não você é o lobo e quer me devorar como fez com minha irmã.
O lobo deu um empurrão na casinha de madeira, escancarou a porta e Julia sumiu na sua goela.
De manhã, Marieta vai visitar Julia, não a encontra e diz com seus botões: “O lobo a devorou! Pobre de mim, fiquei sozinha neste mundo”.À noite, o lobo foi à casinha de Marieta.
-Quem é?
- Sou um pobre pintinho gelado de frio, estou lhe implorando, deixe-me entrar.
- Vá embora, pois é o lobo e, do mesmo modo como devorou minhas irmãs, quer me devorar.
O lobo dá um empurrão na porta, mas a porta era de ferro como toda a casa e o lobo quebra um ombro. Urrando de dor, corre até o ferreiro.
-Conserte o meu ombro.
- Conserto o ferro, não ossos – disse o ferreiro.
-Acontece que arrebentei os ossos com o ferro, portanto é você quem  deve me consertar. – disse o lobo.
Então o ferreiro pegou o martelo e os pregos e lhe consertou o ombro.
O lobo voltou à casa de Marieta e se pôs a falar bem perto da porta:
- Escute, Marietinha, por sua culpa quebrei um ombro, mas gosto de você assim mesmo. Se sair comigo amanhã cedo, vamos colher grãos-de-bico num campo aqui perto.
Marieta respondeu:
- Sim,sim. Venha me buscar às nove.
Mas, esperta como era, percebera que o lobo queria apenas fazê-la sair de casa para devorá-la. Por isso, no dia seguinte, levantou-se antes da aurora , foi ao campo e colheu um avental cheio de grãos-de-bico e voltou para casa. Pôs os grãos para cozinhar e jogou as cascas pela janela. Às nove, apareceu o lobo.
- Marietinha, venha comigo colher grãos-de-bico.
- Não, não vou de jeito nenhum, já colhi os grãos, olhe embaixo da janela e verá as cascas.
O lobo estava com raiva, mas disse: amanhã vamos colher tremoços, te pego às nove.
-Sim, sim disse Marieta.
Porém, ela no dia seguinte levantou cedo outra vez, foi ao campo, colheu os tremoços e levou para casa para cozinhá-los.
Quando o lobo veio buscá-la mostrou as cascas embaixo da janela.
O lobo estava muito nervoso e jurou vingança, mas falou com ela:
- espertinha, me enganou outra vez. Mas gosto muito de você e amanhã venho te buscar para conhecer um campo cheio de abóboras.
- Mas é claro que vou.
No dia seguinte correu ao campo de abóboras, mas o lobo não esperou às nove e correu também para o campo bem cedo.
Assim que Marieta viu o lobo ao longe, não sabendo para onde fugir, fez um buraco numa grande abóbora e se escondeu lá dentro. O lobo que sentia o cheiro dela, farejou as abóboras e não encontrou nada. Pensou então:Ela já deve ter voltado para casa. Vou me fartar de comer abóboras.
Marieta tremia ao sentir que o lobo se aproximava de sua abóbora imaginando que a comeria junto, mas quando ele chegou perto da abóbora que ela estava ele já não aguentava mais.
- Nossa, esta é tão grande, vou levar de presente para a Marieta, para ver se ela fica minha amiga. Pegou a abóbora com os dentes e correu até a casinha de ferro da Marieta, jogando a abóbora pela janela.
- Minha Marietinha!!!!disse ele, olha que lindo presente eu lhe trouxe.
Marieta já dentro de casa em segurança, pulou de dentro da abóbora, fechou a janela e provocou o lobo: - Obrigada, amigo lobo, eu estava escondida na abóbora que você trouxe para mim!!!!!
Ao ouvir isto, o lobo começou a bater a cabeça contra as pedras.
À noite estava fria e Marieta se aquecia junto da lareira quando ouviu um barulho na chaminé. Pensou logo: “é o lobo que vem me devorar”. Pegou um caldeirão na cozinha, bem grande e colocou no fogo da lareira para ferver. Quando o lobo desceu devagar pela chaminé e deu um salto achando que ia pegar a moça, caiu dentro do caldeirão e acabou morrendo.
Mesmo triste com a perda das irmãs, Marieta passou a viver tranquila sem o grande inimigo, o lobo.
                                       

sábado, 15 de janeiro de 2011



O  lobo e o burro

Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido fespiando tudo que ele fazia.
Percebendo que estava em perigo, o burro imaginou um plano para salvar a pele.
Fingiu que era aleijado e saiu mancando com a maior dificuldade.
Quando o lobo apareceu, o burro todo choroso contou que tinha pisado num espinho pontudo.
- Ai, ai, ai!!!! Por favor tire o espinho de minha pata! – implorou. – Se você não tirar, ele vai espetar sua garganta quando você me engolir.
O lobo não queria engasgar na hora de comer seu almoço, por isso quando o burro levantou a pata ele começou a procurar o espinho com todo o cuidado. Nesse momento o burro deu o maior coice de sua vida e acabou com a alegria do lobo.
Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava satisfeito para longe dali!!!

*Cuidado com os favores inesperados!




As ávores o o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.
As árvores acharam que não custava nada atender o pedido do lenhador e na mesma hora resolveram fazer o que ele queria.
Ficou decidido que o frixo, que era uma árvore comum e modesta, daria o que era necessário.
Mas assim que recebeu o seu pedido, o lenhador começou a atacar com eseu machado tudo que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.
O carvalho, que só se deu conta da tragédia quando já era tarde demais para fazer alguma coisa, cochichou para o cedro:
- Foi um erro atender ao primeiro pedidoque ele fez. Por que fomos sacrificar nosso humilde vizinho? Se naõ tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!!!!


*Quem trai os amigos pode estar cavando a própria cova.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O Lobo e os Sete Cabritinhos


Era uma vez uma cabra, que tinha sete cabritinhos novos e gostava muito deles como qualquer mãe. Um dia ela quis ir para a floresta buscar comida e então, chamou os sete e disse:
- Filhos queridos, eu preciso sair para a floresta, tomem cuidado com o lobo. Se ele entrar aqui, come todos vocês, com pele e osso.
O malvado se disfarça muitas vezes, mas vocês poderão reconhecê-lo pela sua voz grossa e pés negros.
Os cabritinhos disseram:
- Querida mamãe, nós vamos ter muito cuidado. Pode sair sem receio.
A mãe então despediu-se deles e foi para a floresta sossegada.
Não demorou muito e alguém bateu à porta da casa e gritou:
- Abram, filhos queridos, sua mãe está aqui e trouxe uma coisa para cada um de vocês!
Mas os cabritinhos perceberam pela voz grossa que era o lobo.
- Não vamos abrir! – gritaram eles. Você não é nossa mãe, ela tem voz fina e delicada. Você é o lobo.
Então o lobo foi a venda e comprou um enorme pedaço de giz, e comeu. Com isso sua voz ficou mais fina. Ele voltou , bateu novamente na porta e gritou:
- Abram , filhos queridos, sua mãe está aqui.
Mas ele esqueceu e pusera sua pata preta na beira da janela. Os pequenos viram e gritaram:
- Não vamos abrir, nossa mãe não tem um pé preto feito o seu, você é o lobo.
Então o lobo correu até um padeiro e disse:
- Eu machuquei o pé , passe massa de pão nele.
E quando o padeiro lhe untou a pata com a massa ele correu para o moleiro e disse:
- Salpique a minha pata de farinha branca.
O moleiro pensou: “Ele quer devorar alguém” e se recusou a passar a farinha.
- O lobo disse que se ele não fizesse o que pedira ele o devoraria.
O moleiro ficou com medo e branqueou-lhe as patas.
O malvado voltou na casa dos cabritinhos pela terceira vez e bateu na porta, dizendo:
- Abram para mim, sua querida mãezinha voltou e trouxe da floresta coisas boas para vocês.
Os cabritinhos gritaram:
- Mostre primeiro a sua pata, para ver se é nossa mãezinha.
Ele pôs a pata na janela , e quando eles viram que era branca, pensaram que era a sua mãe e abriram a porta. Mas quem entrou foi o lobo!
Os cabritinhos se assustaram e tentaram se esconder. Um pulou para baixo da mesa, o outro para baixo da cama, o outro foi para o forno, o outro na cozinha , o quinto no armário. O sexto na bacia e o sétimo menorzinho na caixa do relógio da parede.
Mas o lobo desobriu todos e não fez cerimônia , engoliu um atrás do outro com sua bocarra. Só o mais novinho que estava na caixa do relógio ele não conseguiu encontrar. Quando a fome do lobo foi saciada ele arrastou-se para fora da casa e deitou-se no campo verde debaixo de uma árvore e começou a dormir.
Pouco depois a cabra voltou da floresta e não acreditou no que seus olhos estavam vendo. A porta da casa escancarada, mesas, cadeiras e bancos derrubados, tudo em completa desarrumação.
Ela procurou pelos filhos, mas não os achou em lugar algum. Chamou uma a um pelo nome, mas ninguém respondia.
Finalmente , quando ela chamou o nome do mais novinho, uma vozinha fina respondeu:
- Mamãe querida , estou na caixa do relógio! Ela tirou-o de lá e ele contou o que o lobo fizera, devorando seus irmãos.
Na sua aflição a mãe saiu correndo de casa e o cabritinho menor correu atrás. Quando ela chegou ao campo lá estava o lobo, roncando bem alto deitado debaixo da árvore. Ela viu que sua barriga se mexia e esperneava. Ela pensou, ai meu Deus , será que meus filhos ainda estão vivos?
O cabritinho voltou correndo em casa e pegou uma tesoura. Ela nem bem fez o primeiro corte no monstro e o primeiro cabritinho já pôs a cabeça para fora, e ela foi cortando e eles foram pulando. A fera tinha os engolido inteiros sem mastigar e eles estavam sem um arranhão.
Foi uma grande alegria! Eles abraçaram a mãe e pulavam e saltitavam.
Mas a mãe disse:
- Vão agora e achem pedras grandes e com elas vamos encher a barriga deste lobo. Ela depois costurou a barriga do lobo que ainda dormia.
Quando o lobo acordou, pôs-se de pé e quis ir beber água, mas quando ele se moveu as pedras na sua barriga começaram a fazer barulho. Ele gritou:
“Na minha pança, o que faz barulho?
Pensei que eram cabritos seis,
Mas o que eu percebo ao invés
É um rebolar de pedregulhos!”
Quando ele chegou ao poço para beber água e se debruçou, as pesadas pedras o arrataram para o fundo do poço e ele morreu afogado.
Quando os sete cabritinhos viram isso, vieram correndo e gritaram bem alto:
- O lobo está morto! O lobo está morto!
Puseram-se todos a dançar em volta do poço para comemorar!!!